.......................................................................... ana.luis.vieira@hotmail.com

30.7.08

Suspiros





Não gosto de suspiros, são muito doces, afinal são só açucar e claras de ovo, é natural que sejam muito doces, mas como é que se resiste a um pedido especial? A seguir ao jantar lá preparei a massa, a pequenita e a minha irmã fizeram as bolinhas, foi ao microondas 1 minuto e voilá!

29.7.08


O meu polegar direito ficou com uma bolha após duas semanas intensas de trabalhos de costura

20.7.08

PERLIMPIM PIM !


Quando está calor fico assim...


16.7.08

Patinho Feio








14.7.08


Não gosto de fazer apenas uma coisa e o meu registo nas Finanças mostra bem isso. Tenho quatro actividades abertas e a partir de Setembro vou ter um contrato numa quinta actividade. Sou considerada a hippie da família, mas não o sou, trabalho, faço os descontos mensais para a segurança social, tenho as minhas contas em dia. Mas não ter um emprego das nove às cinco, não ter carta de condução, não ter qualquer desejo de ter um carro e não ter um empréstimo bancário, faz de mim uma espécie de anarquista. Quanto ao emprego não me importaria de o ter, em relação à carta de condução e carro, tenho a felicidade de viver numa cidade pequena onde se anda muito bem a pé e onde a rede de transportes não é má. Relativamente ao empréstimo bancário farei os possíveis para evitá-lo.

7.7.08

Porque não há picnic sem formiga...





5.7.08

Saco de Verão

1
2
3
4
5

1. A escolha dos tecidos (o "havaiano" é um estampado inglês, foi comprado em Paris e foi-me oferecido - é o que eu chamo o tecido.globalização, o laranja com bolinhas brancas comprei em Lisboa e o laranja comprei no mercado mensal de Lagos)
2. O Esquisso
3. O corte dos tecidos
4. Mãos à máquina ( a "minha" querida Bernina)
5. O charã depois do rufar de tambores - um saco com bolso bipartido no interior

4.7.08




Tenho vontade de fazer mais Abraços destes, com tecidos e cores diferentes.

1.7.08


Há um ano estava a arrumar a casa e a arrumar-me! Isto depois de 10 dias intensos de trabalho na minha primeira exposição individual. Foram dias de muita alegria, de algumas visitas surpreendentes, mas o melhor foi ter cometido um monte de erros, não ter conseguido fazer tudo o que queria e ter a certeza que tinha (e tenho) ainda que trabalhar muito.